Trabalhando na seara do Senhor

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É importante trabalharmos firmemente com o propósito de acordar o amor em nós e em toda a humanidade. Façamos pontes entre as diferenças. Entre o Ocidente e o Oriente, entre a ciência e a espiritualidade, entre a floresta amazônica e o Himalaia. Esse trabalho é de todo aquele que, após muito tempo de busca pela paz e alegria descobriu que deve se doar em amor ao mundo inteiro. O epicentro do amor está dentro de cada um de nós, assim também as respostas para os enigmas da vida.

O caminho se inicia com a purificação do eu inferior, através da autoinvestigação e da identificação dos condicionamentos causados por repetições negativas que nos deixamos inundar. Passa pelo descondicionamento e pela destruição dessas imagens e desses conceitos obtusos que geram sofrimento. Abrindo esse caminho ativa-se a consciência maior para a sustentação do êxtase, daí transforma-se o sofrimento em alegria.

Precisamos trabalhar para que possamos ser canais do amor divino, através da manifestação dos nossos dons e talentos, ou seja, para que possamos entregar os presentes que trouxemos para o mundo, realizando assim o nosso propósito de vida que é, em essência, a nossa total entrega a Deus e a caridade universal.

Trabalhando firmemente nesse caminho iremos nos conectar com o que temos e viemos oferecer ao mundo. Mas, para que isso aconteça é preciso coragem de renunciar aos pactos de desamor e ódio que ainda moram em nossos corações. É preciso rompermos com os padrões de codependência. Uma das características desses tempos de transformação é a desconstrução do falso, da mentira, do desamor. Isso está indo embora, mas tem uma parte em de cada um de nós que ainda tenta segurar. O universo todo está sendo muito claro, mostrando que alguns padrões devem ir embora, mas uma parte de nós ainda faz questão de segurar isso.

Necessitamos nos afastar daquele alguém responsável pelas repetições negativas dos conceitos que acontecem em nossas vidas e sabotam nossas chances da felicidade. Quando esse alguém é identificado, é possível a transformação. Talvez seja tão só nosso eu inferior apegado

Quando finalmente soltarmos essa parte, conseguiremos o momento do encontro com a centelha divina que mora em todos nós e nos sentiremos preenchidos, completos. As perguntas desaparecerão. Estaremos preenchidos pela graça divina.

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