Características específicas das Crianças Índigo e Cristais

O assunto abordado na mensagem anterior fala das Crianças Índigo, e depois das Crianças Cristais. Muitos pensam tratarem-se das mesmas referências, só mudando os termos. Mas, a pesquisa séria mostra exatamente a diferença entre elas. Inclusive o porquê dessa diferença. Acreditar depende apenas da observação dos fatos e da concepção individual de cada um sobre a atualidade e as novas gerações.

Com certeza muitos já ouviram alguém dizer ou até mesmo você já disse algo assim: “Essas crianças de hoje já nascem sabendo!”. As mudanças são tão notórias, que até mesmo o sistema de ensino tentou se adequar. Hoje crianças ingressam bem cedo nas escolas e rapidamente aprendem e dominam o mundo das letras. Quanto ao mundo da informática, crianças usam computadores com muito mais habilidade que a maioria dos adultos. Será que já nasceram com um “chip”?!

As Crianças Índigo e Cristais são especiais e importantes não somente por contribuírem com o avanço tecnológico e das ciências, mas também pelo amor, e cura geral do mundo. Vieram para “quebrar os velhos sistemas”.

Na década de 70 muitas crianças índigo nasceram. Já nasciam desde há um século atrás, mas eram raros. Com a vinda desses seres especiais vimos mudanças em padrões comportamentais, uma liberdade latente rompendo sistemas já existentes.   As ciências e o mundo tecnológico desenvolveram-se rapidamente. Surgiram muitos líderes e facilitadores de mudanças de consciência. Um nível de consciência coletivo passou a ser elevado. A sociedade sentiu os efeitos da presença dessas pessoas tão especiais, com certos traços e características específicas.  As crianças Índigo são globalmente honestas e abertas de espírito. Extremamente artísticas, intuitivas, criativas e espirituais por natureza. E geralmente tendem a se agrupar.

 Índigo não é um doente hiperativo

Segundo os defensores do conceito, é muito comum confundir o perfil de uma criança índigo com o de uma portadora de transtorno de déficit de atenção com hiperatividade. Em seu livro “Mentes Inquietas” (Editora Gente), a psiquiatra Ana Beatriz Barbosa Silva dá as características de quem tem TDAH. Selecionamos dez:

  • Falta de atenção a detalhes; por descuido comete erros na escola.
  • Facilidade para perder coisas.
  • Dificuldade para se organizar.
  • Agita as mãos ou os pés sem parar.
  • Corre e esbarra nos objetos.
  • Dificuldade para brincar em silêncio.
  • Dificuldade para esperar sua vez.
  • Baixa tolerância à frustração.
  • Quer fazer várias coisas ao mesmo tempo.
  • Frequentemente fala sem parar.

Características principais das crianças índigo:

  • Também chamadas de “rompedores de sistemas”, elas viriam ao mundo com a missão de promover a aceleração do processo de evolução humana e planetária.
  • Determinação a pôr em xeque o “status quo”, os valores estabelecidos e todo um sistema adoecido e caótico que se instalou na sociedade atual.
  • Alta sensibilidade.
  • Questionadoras, não aceitam um “não, porque não” sem argumentos verdadeiros como resposta.
  • Têm um olhar profundo e magnético.
  • Têm liderança carismática.
  • São guiadas por um grande senso de justiça.
  • Sua presença incomoda, pois é como se estivéssemos na presença de um espelho que reflete de forma potencializada todo o nosso interior, com aspectos de luz e sombra.
  • Não têm problemas de autoestima.
  • Não têm vergonha ou problema em expressar suas necessidades.
  • Acreditam plenamente em si mesmas.
  • Não são massa de manobra, não se deixam conduzir, não são manipuláveis.
  • Não são adeptas de práticas que agridam a natureza.
  • Detestam preconceito.
  • Na adolescência, não são adeptos das baladas nem gostam de “ficar”; preferem namorar.
  • Muitos deles não aceitam comer carne de qualquer animal, preferem escolher legumes, verduras etc.
  • Acreditam em Deus, e a continuação da vida após a morte não é novidade para eles.

Mas, “quebrar padrões e sistemas que já não mais contribuem para o crescimento”: essa é a principal mensagem passada pelas Crianças Índigo. De imediato modificaram o sistema a nível familiar, e depois a nível comunitário. Rejeitaram domínio, mostrando a igualdade independente de idade e hierarquia. Famílias tiveram que se reestruturar, aprendendo que, a forma de lidar com a energia índigo seria através do coração. Essas crianças ensinaram e continuarão a ensinar que cada membro da família é companheiro, e que a mesma é uma associação onde todos devem crescer. Paternidade deixou de ser poder e controle, para ser amor.

O sistema de ensino também sentiu os efeitos quando grande massa de Crianças Índigo entrou para as escolas. Elas têm o funcionamento cerebral direito mais aguçado, aprendem muito depressa.  Altamente intuitivas, inteligentes, com grande facilidade e rapidez de aprendizado, e ainda não aceitando serem controladas, as crianças índigo fizeram com que o sistema de ensino passasse a ser caracterizado como lento, aborrecido e enfraquecido, inadequado às necessidades da nova geração.

Como dissemos anteriormente os médicos também começaram a diagnosticar Crianças Índigo como tendo Transtorno de Déficit de Atenção (TDA) ou/e Hiperatividade (TDAH). Muitas delas sujeitas a medicamentos que não as controlavam. Surgiram então as “crianças problemas”. Crianças que não direcionadas de forma correta, com ensinos poucos práticos na vida diária, buscaram e buscam caminhos errados.  

Esse é um grande problema vivido pelas escolas e pela sociedade atual, que ainda não se adequaram às necessidades dos Índigos, que continuaram a nascer cada vez mais nas décadas de 80 e 90. Porém, já começam a surgir livros destinados a pais, educadores e psicólogos, orientando-os na forma de lidar essas crianças tão especiais. Um desses livros é “Crianças Índigo” dos autores Lee Carrol e Jan Tober, da editora Butterfly.

Todas essas mudanças de sistemas que os índigos provocaram, vieram “preparar campo” para as crianças cristais, que começaram a surgir no final da década de 90 (mais precisamente 1998).

A evolução cristal

Segundo os estudiosos do tema, essas crianças são um subgrupo dentro do grande grupo evolutivo chamado índigos ou conforme de determinou chamar a Geração Y. “São aquelas que possuem espiritualidade ainda maior que os índigos. Sempre que se faz necessário mudar, estão à frente aqueles que vão abrir caminhos para que isso aconteça. É o caso dos índigos: abrir caminhos para os cristais” destaca a psicóloga Valdeniza Sire Salvino.

As crianças cristais possuem muitas das características dos índigos e outras bem específicas, tais como: hipersensibilidade, telepatia acentuada, e uma energia ainda mais sutil. De acordo com os estudiosos, elas teriam o poder de transformar um ambiente apenas com sua presença e com sua aura amorosa e generosa. Atrairiam as pessoas e as crianças, inclusive, como se fossem um imã, pois todos querem estar perto delas. As crianças cristais seriam realmente “transparentes e falariam a linguagem da alma”, por isso a dificuldade de dizer não a elas ou mesmo ficar bravo. Outra característica apontada é o olhar no fundo dos olhos e a seriedade inicial, pois elas estariam lendo a energia, a alma da pessoa, o que poderia causar uma reação forte. Assim, pessoas muito estressadas, desequilibradas e/ou negativas seriam identificadas e logo rejeitadas, geralmente com choro compulsivo.

Elas geralmente nascem em lares em que os Índigos já são presentes (irmãos e/ou pais índigo). Outras de suas características é que normalmente elas têm a cabeça maior que o proporcional para o corpo, e principalmente têm olhos penetrantes e transparentes, que parecem olhar dentro da alma da gente (e olham mesmo, fazendo uma leitura da pessoa). Às vezes demoram a falar, pois não têm necessidade. São normalmente calmas e centradas, mas podem tornar-se hiperativas quando a sua energia está desalinhada. São poderosas e raramente temem qualquer coisa, desde que os pais não repassem seus próprios medos, o que desalinharia totalmente os chacras dessas crianças, visto que a ligação com a figura materna, em especial é muito grande. Podem ser sensíveis a alimentos.  São extremamente sensíveis ao ambiente, às relações das pessoas que as circundam. Possuem dons especiais, espiritualmente falando. Os cristais vieram nos ensinar a aceitar os nossos dons espirituais como direito de nascença e a olhar para esta criação de milagres como algo absolutamente normal, saber que somos co-criadores de uma nova vida a emergir. Com eles estamos aprendendo o valor das famílias ou dos clãs de alma, que existirão cada vez mais.

Essa concepção de Crianças Índigo e Crianças Cristais é maravilhosa. E acreditando ou não, circunstâncias óbvias nos mostram uma evolução. Evolução essa, com toda certeza, direcionada para o bem da humanidade.

Que o Amado Mestre Jesus nos conduza docemente ao entendimento do que realmente somos e viemos fazer no planeta Terra.

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